O Detector de Gás Convencional é capaz de detectar vazamentos e/ou acúmulo de gás em um determinado ambiente e, então, emitir um alarme.

Instalação

Existem, basicamente, dois tipos de instalação para o Detector de Gás Convencional:

  1. A instalação dos detectores de gás em conjunto com centrais de alarme de incêndio. Essa é forma a mais comum de instalação, onde os detectores de gás entram em alarme e avisam a central. Dessa forma, o responsável por vigiá-la pode tomar uma atitude cabível.
  2. Instalação autônoma, ou seja, o detector de gás não depende da central de alarme de incêndio para funcionar. O detector emite um alerta sonoro local através de sua sirene interna e pode ligar e desligar equipamentos eletrônicos através de sua saída relé.

Como funciona o detector de gás?

Quando o detector de gás entra em alarme, quer dizer que houve a detecção de presença de volume acumulado de gás em dado ambiente. Possivelmente, pode vir a ocorrer uma explosão e/ou incêndio no local.

Existem diversos tipos de detectores de gás e cada um deles possui uma aplicação ideal. Por isso, deve-se saber exatamente qual o tipo de gás que pode vir a “vazar” e a fim de realizar sua detecção.

Os modelos de detectores de gás podem ter:

  • Critério único de detecção: detectam a presença de um tipo específico de gás).
  • Multicritério: para detectar vários tipos de gases em um só produto. (GLP, GN, Gás de Carvão, Monóxido de carbono, Etc.).

Existem ainda detectores especiais de Gás Monóxido de Carbono (CO) para ser instalados em em garagens ou em locais confinados que utilizem motores a combustão para evitar possíveis danos a saúde ou envenenamento das pessoas que transitam ou habitam o local por um grande período de tempo.